Postagens

Fidelidade

Imagem
É fácil acreditar em Deus quando a vida está linda, ensolarada e perfumada. O desafio é confiar NEle, durante a travessia do deserto e / ou durante uma tempestade. Em ambas situações você se vê sozinha (o). O Mestre fica em silêncio pois a sua fidelidade e o seu Amor são postos à prova. É fácil dizer: "Eu amo a Deus!" O desafio é não permitir que sua Alma seja corrompida, apesar de ferida, em meio às guerras. É fácil confiar em Deus quando a vida está linda. O desafio é caminhar por uma estrada escura, esburacada, com os pés feridos, sangrando e em silêncio, entregar a melhor Oração. Nessa fase, Ele nos envia Anjos que nos carregam no colo. E ao voarmos, mesmo sentindo tanta dor (pois a ansiedade nos rasga por inteiro), descobrimos que "todas as coisas cooperam para o nosso bem". É fácil confiar em Deus quando a vida está organizada. O desafio é voltar a sonhar quando se vive o pior dos pesadelos. É preciso Coragem para não desistir. É preciso Fé para cultivar a Esp...

Storytelling

Imagem
SER ESCRITORA sempre foi o meu sonho.  Durante essa jornada, recebi muitos NÃOS! Ouvi muitas palavras negativas. Muitas vozes me dizendo: "Desista. Isso é muito para você!". "Você é sonhadora demais!" Muitos desafios encontrei. Entre incertezas, sobrevivi! Não romantizo a dor. Afinal, sei que no Brasil, viver esse sonho é um ato de resistência: "Lágrimas, suor e sangue".  Dói muito. Dói!  Mas, a dor me fez (e faz!) crescer. Quem me conhece, sabe o quão teimosa sou. Não importa o tsunami, o furacão, o terremoto, a tempestade. Quero que a Poesia ecoe e faça seu espetáculo nos corações férteis (que se deixam cativar!). Sinto Paz quando leitores me dizem que se Encontraram em um texto meu. (A Poesia cumpriu sua missão!) A Catarse acontece quando meus leitores se aventuram e também deixam as emoções fluirem, escrevendo um verso aqui, um verso ali. Eis o sentido da vida! Enganou-se quem pensou que a menina de 8 anos estava brincando! Aldirene Máximo 

Entrevista Vanessa Alves

Imagem
  1- Como iniciou seu amor pelas letras?  As letras sempre me encantaram. Desde a infância, quando eu ouvia as histórias contadas pelos mais velhos, quando brincava de escolinha com outras crianças, quandobrincava de folhear e recortar revistas e jornais, ou quando insistia em saber o que estava escrito nas roupas que eu vestia eram indícios de que eu já era uma apaixonada pelas palavras. Quando aprendi a ler, passei por aquela fase de deslumbramento, de quem percebe que  pode ter acesso a  tudo o que está ao alcance dos seus olhos, mesmo não tendo plena consciência do que significava a maioria das coisas que lia. Decidi, então, ainda criança, que seria professora e trilhei os caminhos que me conduziram à profissão e ao constante aperfeiçoamento da mesma. 2- Quais dicas você daria aos pais para que as crianças se interessem por literatura? Acredito que os pais, por serem a primeira e maior referência para seus filhos, detêm grande responsabilidade como incentivadores...

Entrevista Danielli Cavalcanti

Imagem
  1- Como iniciou seu amor pelas letras? Na quarta série primária (sou desse tempo), a professora me pediu para recitar o poema Mãezinha querida, de Paulo Roberto, na celebração do Dia das Mães. Ela disse que eu teria que treinar em casa, mas eu iria me sair bem, porque eu gostava de ler. Como é importante ter alguém que acredite em nós, antes mesmo de nós mesmas.  Nesse ano, eu morei na casa da minha avó, lá havia uma coleção de livros da literatura brasileira, eu li uma carreira de livros da estante (A moreninha, A mão e a luva, Senhora, Helena, Memórias póstumas de Brás Cuba etc) e lia jornal, revista, tudo que estava disponível na sala.  Como é importante facilitar o acesso à leitura. Ainda nessa época, havia também um programa de TV, onde um político paraibano participou de alguns episódios recitando poemas de Augusto dos Anjos, eu adora ouvir aqueles poemas “estranhos”. Minha mãe me presenteou com papeis de cartas. Naquele ano, escrevi cartas para ela. Ainda hoje, g...

Entrevista Carol Gaertner

Imagem
  1- Como iniciou seu amor pelas letras? Desde criança eu amava ir às bibliotecas e às livrarias com meus pais. Lembro das minhas visitas, em especial, às Livrarias Ghignone, daqui de Curitiba do Shopping Mueller (que já fecharam as portas há tempos por sinal) e recordo, também, da roda de contações de histórias na Casa de Leitura do Bosque Alemão. Eram visitas mágicas, eu realmente sentia que acessava um outro Universo: o dos encantos com certeza. Na escola, também fui muito incentivada a escrever, a professora da quarta série do ensino fundamental, minha querida Ana Eliza Vaz (eterna "prof Ana"), realizava práticas bem lúdicas envolvendo literatura. Cada aluno tinha um "passaporte" que ela chamava "Passaporte da Leitura", nele registrávamos uma espécie de resenha de todos os livros que líamos durante o ano letivo e apresentávamos à turma (um dos livros que li na época: "O Pequeno Vampiro", de Angela Sommer-Bodenburg). Também havia o "Varal...

Bienal 2018

Imagem
 A primeira vez que fui à Bienal do livro, foi em 2018. Era um grande sonho. Senti-me imensamente honrada em participar como autora. Não consigo explicar o tamanho da Emoção. A Bienal abriu algumas portas, me apresentou pessoas e também caminhos que eu desconhecia.  Minha eterna gratidão a Deus por me permitir conhecer esse Universo Mágico! Para autores independentes, assim como eu, esse momento tem um grande significado. Enriquece o currículo. Amplia a visão. Traz muita inspiração. Um verdadeiro aprendizado! Deixar minha assinatura nos livros... Receber o abraço e o muito obrigado do leitor que se identifica com os meus textos... Isso me motiva a continuar. Um verdadeiro presente Divino! Participei da Bienal em três momentos: o primeiro, divulgando meus dois primeiros livros solos: "Eu acredito no Amor!" e "Metáforas". O segundo momento, divulgando a antologia: "O silêncio das palavras", ao lado de 99 autores (sim, sou a centésima!) de várias regiões do B...

Ciranda: Encontro de Contadores de Histórias

Imagem
 Anualmente, no mês de novembro, no Senac Aclimação, acontece o evento: Ciranda encontro de contadores de histórias. Tive o prazer de participar em 2017 e em 2018. Além de convidados especiais, a plateia interage e é lindo! Afinal, todos temos belas histórias para contar.  Na edição de 2018, o projeto estava voltado a novos escritores. Tive a oportunidade de falar um pouco do meu trabalho e apresentei um texto que eu amo e estará em meu próximo projeto solo, o qual divulgarei nas próximas semanas.  Fui como convidada especial da querida Elaine Gomes, idealizadora e organizadora do projeto. No mesmo dia, consegui o autógrafo dessa linda que havia publicado seu livro: "A arte de narrar histórias", na semana anterior.  No final do evento, como era de se esperar, a plateia se reuniu para registrar o momento que ficou com gostinho de quero mais. Em novembro, teremos o 9° encontro e eu pretendo estar lá: narrando histórias e/ou recitando poesias! Cada ano que participo me ...